Re-lançamento de “Peso na Balança” de Wilson Moreira na Livraria Folha Seca

Agosto 20th, 2007

Amic,
Se você ainda não conhece, tá perdendo um simpático cantinho no centro da cidade, a Livraria Folha Seca. Especializada em livros sobre o Rio de Janeiro e futebol, o lugar apresenta um cantinho com CD’s de música brasileira de muito bom gosto.
Pois agora a livraria oferta também encontros de samba e choro na calçada da Rua do Ouvidor nº 37, em frente à livraria.
Neste sábado, dia 25 de agosto, a partir das 13 horas tem roda de samba com a presença do Wilson Moreira. Será o re-lançamento do LP de 1986, editado então pela Kuarup Discos, “Peso na Balança”.
Até lá,
Nilton

P.S.: Quem quiser convidar o Wilson para um show ou compar o CD é só ligar para a Angela Nenzy nos telefones 2502-2807 ou 9395-0646.

Velha Guarda do Império Recebe Tantinho e os Partideiros do Cacique

Julho 3rd, 2007

Velha Guarda do Império Recebe Tantinho e os Partideiros do Cacique.
Sexta-feira.
Dia 06.07.2007.
Local: Sede do Império Serrano.
Entrada: Homem cinco reais; damas grátis.

Aqui quem fala (escreve) é o Fábio Feliciano Barbosa, o Fabinho Professor,
um simples e jovem sambista que admira o que é bom para o Samba: pessoas e
atividades que enaltecem este ritmo carioca que é uma das marcas do Brasil
em vários cantos do mundo. Vamos ao que interessa.

Bom meus amigos e amigas mais uma vez estou aqui para fazer um convite
(irrecusável e imperdível) aos leitores deste site que muito faz pelo samba
da nossa cidade.

Na próxima sexta-feira, dia 6.7.2007, a partir das 20 horas acontecerá mais
uma Roda de Samba da Velha Guarda (Show) do Império Serrano, escola que faz
um bom tempo torce e retorce o meu coração. Para quem não sabe (e precisa
saber), os integrantes da Velha Guarda (Show) do Império, na primeira
sexta-feira de cada mês, fazem uma tremenda roda de samba na qual recebem um
convidado de peso do mundo do Samba. Este evento acontece na sede do Império
Serrano que, com muito gosto e respeito, adora receber os membros da sua
corte e os que torcem por outras agremiações carnavalescas.

Nesta sexta (06.07.07) haverá uma dose dupla. A Velha Guarda (Show) do
Império Serrano, liderada pelo meu grande amigo Zé Luiz, receberá Tantinho
da Mangueira e os Partideiros do Cacique. Não sou de tentar prevê o futuro –
coisa difícil e perigosa demais para um simples mortal. Prefiro tentar
adivinhar o passado, o passado que ninguém quer ver nem saber.
Já vi shows do Tantinho da Mangueira e dos Partideiros do Cacique. Na minha
modesta opinião, os dois dispensam maiores apresentações e comentários. Só o
fato de serem os próximos convidados da Velha Guarda (Show) do Império
demonstra que eles são sambistas de primeira linha, do mais alto quilate.
Digo isso porque sei que entre os membros da Velha Guarda (Show) do Império
impera uma lei inquestionável: o fundamental é ter talento, muito talento; e
usá-lo em prol do samba. Essa lei máxima e fundamental faz do meu Império um
Império justo onde o talento e a devoção ao samba igualam os desiguais sem
descaracterizá-los. No Império mulheres e homens cantam e compõem. No
Império mulheres e homens são fundamentais para o sucesso e manutenção da
escola. No Império todas as cores, opções e orientações combinam com o seu
verde e branco.

Tenho uma certeza: este encontro será mais um acontecimento histórico de
Madureira. E quando a história entra em cena nas nossas vidas, o melhor é
não ficar na turma do “ouvi dizer, ouvi falar que aconteceu….disseram
que”. O melhor, neste caso, é estar onde ela estiver para vê-la, senti-la e
vivê-la coma máxima intensidade possível. Eu tenho certeza que ela estará na
Roda de Samba da Velha Guarda (Show) do Império Serrano. Aprendi que onde a
história estiver a nossa presença corporal – e também espiritual – torna-se
necessária, obrigatória. Então, vamos lá minha gente. Vamos Imperiar.
Imperiar em Madureira é o máximo. E Imperiar junto com a Velha Guarda (Show)
do Império, o Tantinho e os Partideiros do Cacique é (será) bom, bom demais.

A Roda de Samba da Velha guarda tem alguns atrativos que não podem ser
ignorados:

Em primeiro lugar, a própria Velha Guarda cujos integrantes merecem nota 10
em talento, alegria e simpatia.
Em segundo lugar, o seu rico e poético repertório musical no qual
encontramos composições da D. Ivone Lara, da Vovó Teresa, do mestre Silas de
Oliveira, do Mestre Fuleiro, do Mano Décio da Viola, Nilton Campolino e do
sublime Osório de Lima. E não para por ai não. Tem a Tia Nina, a Lindomar e
a Balbina esbanjam charme e elegância quando cantam. Por onde passam
perfumam e iluminam o ambiente.

O Ivan Milanês, sempre irreverente e contente, mostra como ninguém os seus
dons artísticos e musicais. E têm mais, muito mais: Capoeira da Cuíca,
Sílvio, A. Machado, W. das Neves, Fuleiro, Cicizinho e Fabrício completam e
“agigantam” a Velha Guarda (Show) do Império que, desdo seu início, já era
considerada uma das melhores e mais importantes do Rio de Janeiro e do
Brasil. Quem quiser ver e saber qual é o resultada da combinação de todos os
talentos ligados aos nomes que mencionei é só ir lá na Roda deles nesta
próxima sexta.

Merece destaque o valor das entradas – homem paga cinco reais e mulher não
paga nada, para entrar. A cerveja é sempre gelada e sai a um preço bom para
um evento que conjuga grandes nomes do samba, gênero que tanto enriquece a
cultura e a música popular brasileira – o valor delas é de quatro reais. Tem
bata-frita, churrasquinho temperadinho, lingüiça calabresa frita e outros
quitutes maravilhosos. Tudo isso a um preço bem popular e democrático.

Por último, relembro que a Roda da Velha Guarda (Show) do Império acontece
num dia especial do mês e da semana: numa sexta-feira, sempre a primeira do
mês. Ela acontece e tinha que acontecer em Madureira, um bairro cuja
importância histórica para o samba e os sambistas é incomensurável.
Madureira, um dos melhores e maiores museus do samba e da cultura popular
brasileira que funciona 24 horas por dia a céu aberto – e noite adentro.

Não há exagero algum em dizer que a Roda de Samba da Velha Guarda (Show) do
Império já é uma tradição no mundo do samba da cidade do Rio de Janeiro. Ela
surge num momento delicado em que o Império Serrano e os imperianos estão
precisando de forças e ânimos que só os mais velhos e experientes podem
fornecer.

Este trabalho da Velha Guarda (Show) do Império é a prova viva de que os
imperianos de fé não cansam porque confiam e têm fé na lança do seu santo
padroeiro, o grande São Jorge.

Quem gosta de samba tem que respeitar (o meu) Império Serrano, o Império
justo, o Império que precisa voltar para o seu verdadeiro lugar, lugar de
onde foi expulso covardemente. Gostar do Império Serrano é saber admirar
aqueles homens e mulheres que representam à sobrevivência e “transferência
respeitosa” das tradições que singularizam o Império Serrano no vasto e
competitivo (muitas vezes profundamente injusto) universo das mais
tradicionais e respeitadas escolas de samba.

Cada vez que piso na Quadra do Império ou vejo a Velha Guarda (Show e não
Show) cantar e tocar, o meu coração fica mais verde e branco, mais e mais,
cada vez mais. Não vou perder a oportunidade de imperiá-lo mais um pouco
nesta sexta-feira. Não vou perder a grande oportunidade de sentir as forças
e energias que emanam da combinação do verde com o branco. Essa é uma lição
fundamental que a Velha Guarda me passou.

Até sexta meus amigos.

Olha a Viradouro chegando…

Junho 14th, 2007

Amics per sempre,
O Professor Jorge Cardozo (UCAM/Niterói), da Ala Sul é 10 do G. R. E. S. Unidos do Viradouro,
convida a todos para a “2ª Roda de Samba”, na quadra da escola (Avenida do Contorno, 16 - Barreto), com excelente samba de raiz a cargo do grupo Nação Tambor.
O cardápio do almoço é Arroz à Carreteiro por módicos R$ 15,00 (reais, ok?).
Os ingressos podem ser adquiridos com o Jorge pelo contato virtual: alasule10@globo.com ou pelos telefones.: 9783-7391 – 8805-0777 – 8208-931.
Boa diversão a todos!
Nilton Santos

Acervo Origens

Maio 25th, 2007

Nos últimos dias tenho pensado/trabalhado com alguns temas musicais.
Ando ouvindo músicas coletadas pela Missão de Pesquisas Folclóricas, no ano de 1938, capitaneada pelo modernista brasileiro Mário de Andrade. Também ouvi músicas recolhidas pelo projeto Música do Brasil, iniciativa do antropólogo Hermano Vianna e do produtor musical Beto Villares. Daí prá outras coisas mais é só um pulinho!
Deparei-me agorinha, na audição do CD Sudaka, do tocador de berimbau argentino Ramiro Musotto com a música Ijexá, que se utiliza de samplers do LP “Berimbau” de Camafeu de Oxossi.
Quer maiores detalhes sobre Camafeu de Oxossi? Dê uma passadinha no sítio Acervo Origens.
Ele está no seguinte endereço: http://acervoorigens.blogspot.com/
Nilton

Cartola: cinema para os ouvidos.

Maio 3rd, 2007

Cartola – Música Para os Olhos é um desses filmes obrigatórios pra quem gosta de samba. Bom, é fundamental pra quem gosta de cinema, de música e de Cartola. E veja, é possível gostar disso tudo sem exatamente gostar de samba. Tanto que o filme, sempre elogiado nas saídas do cinema, tem atraído algumas críticas dos mais aficcionados. Diz-se que não é suficientemente reverente. Que mistura Cartola com outros elementos da formação da cultura brasileira, produzindo um mosaico que acaba por subutilizar o vasto material disponível sobre o Mestre. E por aí vai.

O que direi? Concordo. Justamente por isso gostei do filme. Não, não quero parecer desrespeitoso em relação ao Mestre Agenor de Oliveira. E nem acho que o filme o é. É que eu acho mais que isso: acho que, a pretexto de fazer um filme sobre Cartola, Lírio Ferreira e Hilton Lacerda acabaram por produzir um belo relato sobre as primeiras sete décadas da história do samba. E a beleza da homenagem está em dizer, e provar, que essa história se confunde com a biografia de Cartola, protagonista de seus principais dramas.

O filme é, na verdade, um espetacular trabalho de pesquisa e edição. Ou seja, conta a(s) história(s) direitinho. O samba é carioca, diz alguém em dado momento (Hermano Vianna? Não sei…). Nasceu nas casas das tias da Pequena África, na Praça Onze. Veio, em embrião, nos balaios que chegaram da Bahia, mas nasceu aqui, carioca. Definido e definidor no nosso jeito de ser. E, enquanto o samba nascia, o menino Agenor chegava, aos onze anos, ao morro da Mangueira, que mais tarde ele mesmo pintaria de verde e rosa. E olhava de longe as rodas de samba, calado, “coisa de adulto”.

A repressão ao samba, contada em emocionantes imagens de Donga e João da Baiana, histórias de pandeiros apreendidos pela polícia, ganha sentido quando entendida como parte de um movimento maior, de repressão às formas negras de expressão cultural e religiosa. Repressão que Agenor, ainda jovem, também sofre, ganhando a vida como cambono, em uma época que a umbanda e o candomblé eram tão criminalizados quanto o samba. Coisas de preto.

As contradições de classe que o samba vive também estão lá, na história de Cartola. Reconhecido e venerado pela classe média alta, por intelectuais e artistas, viveu as dificuldades próprias dos moradores das favelas e dos bairros populares. Lapidar exemplo de tais contradições, que alguns de nossos maiores compositores vivem até hoje, é a história de quando, já famoso, vai trabalhar como contínuo em um Ministério (de quê mesmo, meu Deus?). Por uma intervenção do filho do Ministro, que chama a atenção do pai para o fato de que seu contínuo é o Cartola, passa a trabalhar de 11 às 14, apenas servindo cafezinho.

As vendas de parceria, a transformação dos blocos em escolas de samba, o namoro entre o samba e a bossa nova na década de sessenta, tudo está lá, na história de Cartola. História que, aliás, poderia compor, direitinho, um enredo pra Mangueira, justamente em 2008, ano do centenário do seu maior ícone. É uma história que, de outro jeito, o próprio Cartola já tinha contado, em parceria com Carlos Cachaça:

Os tempos idos/ nunca esquecidos/ Trazem saudades ao recordar/ É com tristeza que eu relembro/ Coisas remotas que não vêm mais/ Uma escola na Praça Onze/ Testemunha ocular/ E junto dela balança/ Onde os malandros iam sambar/ Depois, aos poucos, o nosso samba/ Sem sentirmos se aprimorou/ Pelos salões da sociedade/ Sem cerimônia ele entrou/ Já não pertence mais à Praça/ Já não é samba de terreiro/ Vitorioso ele partiu para o estrangeiro/ E muito bem representado/ Por inspiração de geniais artistas/ O nosso samba, humilde samba/ Foi de conquistas em conquistas/ Conseguiu penetrar no Municipal/ Depois de percorrer todo o universo/ Com a mesma roupagem que saiu daqui/ Exibiu-se para a duquesa de Kent no Itamaraty.

O excesso de imagens da época, de Oscarito e Carmem Miranda a cenas da ditadura militar, serve para ambientar cada momento da vida de Cartola e, se torna o filme mais charmoso, acaba por gerar certa confusão no espectador menos informado, que por vezes pode ter dúvidas até sobre a década na qual determinada história é contada. Faltam também referências mais precisas a personagens e depoentes. Parece que o filme não se quer muito careta, então acaba faltando um pouco de informação. A cereja do bolo: são imperdíveis as cenas de Cartola e Dona Zica no cinema, em Ganga Zumba, de Cacá Diegues.

Enfim, a história está lá, bem contada. E essa é uma história que não termina. E hoje, vinte e sete anos depois da partida de Cartola, ela continua, nas escolas de samba, nas rodas cada vez mais cheias, no carnaval redivivo e no surgimento de novos compositores. E é assim que termina o filme, como a realização de uma profecia, com Cartola cantando:

Todo tempo que eu viver/ só me fascina você,/ Mangueira/ Guerreei na juventude, fiz por você o que pude,/ Mangueira/ Continuam nossas lutas, podam-se os galhos, colhem-se as frutas e outra vez se semeia/ e no fim desse labor, surge outro compositor, com o mesmo sangue na veia.

Viva Cartola! Viva o Samba!

André Videira

Eu Sou Eu, Jacaré é Bicho D´Água

Maio 3rd, 2007

Olhaí, tem Jacaré nesse sábado, em homenagem ao Dia do Trabalhador, às seis da tarde no Bar do Costa. Vamos lá que a festinha é maneira. O último, em homenagem ao Dia da Mulher, foi um barato. Luciano mandou um poeminha. É pra decorar e declamar, Luciano? ;)

Videira

“Tem bloco do Jacaré dia 5 de maio
Sábado, pois, próximo
18:00hs, noite próxima
Até às 22:00, pouco mais pra lá
Com música ao vivo, depois CD pra tocá
Samba e choro, música de lá
Grupo Samba-caviúna, pra sambá
Dia do trabalhador, pra comemorá
70 anos de morte de Noel, pra se lembrá e cantá
Então, vamos lá
O endereço? Nem precisa contá
O de sempre, sempre lá
Céu aberto, em Vila Isabel, a te esperá”

“Será… que já raiou a liberdade…”

Abril 27th, 2007

Jurandir da Mangueira é autor de um samba-enredo muito, muito lindo: “100 Anos de Liberdade”. Ele faleceu ontem, quinta, dia 26, conforme nota que transcrevo a seguir, extraída do sítio da Mangueira.

“Nota de falecimento de Jurandir da Mangueira

O presidente Percival Pires, Diretoria e Segmentos da Estação Primeira de Mangueira lamentam o falecimento de Jurandir Pereira da Silva, 72 anos, conhecido como Jurandir da Mangueira. Em dezembro de 2006, passou a ser Baluarte, além de integrante da Velha-guarda show e Ala de Compositores. Parceiro de Comprido, Darci da Mangueira e Hélio Turco e Alvinho, foi autor e parceiro de sambas inesquecíveis como “Yes, nós temos Braguinha” e “100 anos de liberdade - realidade ou ilusão”. Durante sua carreira foi vencedor por 12 vezes de sambas-enredos da Mangueira. Faleceu na noite de ontem, por problemas cardíacos. O corpo esta sendo velado na Capela 4, no Memorial do Carmo, no Caju, o enterro será hoje, às 15h.”

Parcerias inusitadas no samba

Abril 24th, 2007

- O pop-chato Jorge Vercilo fez, com Jorge Aragão, “Encontro das águas” (música bonita, aliás…)

- Carlos Imperial (”enfant terrible”, diretor de pornochanchada, ator, comediante e cafa histórico) compôs, com o tradicional sambista Ataulfo Alves, “Você passa, eu acho graça”.

Alguma outra?

Músicas que homenageiam São Jorge

Abril 20th, 2007

Nem precisa ser samba - vamos catalogar as músicas que homenageiam o mais carioca dos santos?

1) “Medalha de São Jorge”, de Aldir e Moacyr
2) “Lua de São Jorge”, do Caetano
3) “São Jorge”, do Pecê Ribeiro (aquela: “vou acender velas para São Jorge”)
4) “Jorge da Capadócia” (Jorge Benjor).

Mais alguma?

Existe samba com seu nome?

Abril 18th, 2007

Eu tinha um trauma. Apesar de amar o samba acima de tudo, não conhecia nenhuma canção com meu nome. Tem Maria, Rosa, Madalena, Rita, Zé, Juca… mas nada de Eugênia. Ai!

Felizmente, há alguns anos, descobri “Viaduto Santa Ifigênia”, do Adoniran. “Venha ver, Eugênia… Como ficou bonito o viaduto Santa Ifigênia“. (haha, tá bom, ele escolheu Eugênia só pra rimar com o nome do viaduto, mas vamos fingir que não).

Dos sambas com nome, gosto muito de “Juracy” (”Desde o dia em que eu te vi, Juracy, nunca mais tive alegria….”) Ráa, não batizaria uma filha como Juracy, mas a música é lindinha - ainda mais se for na voz do Roberto Silva, para muitos o maior cantor vivo de samba. Engraçado notar a evolução dos costumes - o cara do samba diz à Juracy, todo prosa, que a casa que ele prepara para ela tem rádio, geladeira e ventilador - coisa que qualquer lar hoje em dia, por mais pobre que seja, tem…

Fora da seara do samba, sou apaixonada por “Rosa” (Pixinguinha) e “Beatriz” (Chico e Edu Lobo). Estão entre as minhas “dez mais”.

E você? Tem algum samba com seu nome, ou com seu apelido? Qual seu “samba com nome” preferido? Você já deu a um filho ou bichinho de estimação um nome inspirado numa música?